Fabiana Lopes Coelho Fabiana Lopes Coelho

Camadas culturais.

Nem sei como consegui entregar, mas digam-me se não vos deu vontade de ler mais sobre código. 

“Olhemos para o código como Roland Barthes olhou para o striptease: observando a tecnologia material para analisar o seu aparato formal. Leiamos o fluxo interminável de código como se lê qualquer texto, descodificando a sua estrutura de controlo como se fosse um filme ou um romance. Mergulhemos nas redes distribuídas, nas linguagens de programação, nos protocolos computacionais e noutras tecnologias digitais, para, depois, interpretarmos os seus impactos no meio privilegiado dos corpos físicos, despindo as suas camadas culturais, e descrevendo-as dentro do teatro sociopolítico. Eis a proposta de Alexander Galloway, no seu livro Protocolo, cuja pergunta titular, “Como o controlo existe após a descentralização?”, recupero neste texto.”

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Votação.

Preciso de um título para um ensaio que estou a escrever sobre o código-fonte. Lembrei-me destes:

Psycho for your code

Non-stop coding

Code my fire

Code too much

You got code taste

Code calling

Enviem votações e sugestões.

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Vida, código, matéria.

"Esta alteração, do código processual centralizado para código distribuído orientado a objetos, é a mudança histórica mais importante para o surgimento da vida artificial."

Alexander R. Galloway, em Protocol.

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